O pensamento grupal
acontece quando um determinado grupo chega a decisões e conclusões devido às
pressões que existem de forma individualizada, esquecendo assim objetivos,
metas e decisões. Ele descreve as situações em que pressões para a conformidade
impedem que o grupo avalie criticamente propostas incomuns, minoritárias ou
impopulares, evitando a promoção de pontos de vista fora da zona de conforto do
pensamento consensual. Esse fenômeno atua como uma doença que ataca muitos
grupos e pode prejudicar seu desempenho ao extremo. Parece ocorrer com mais
frequência quando existe uma clara identidade de grupo, quando os membros têm
uma imagem positiva do grupo que pretendem proteger e quando o grupo percebe
uma ameaça coletiva para sua imagem positiva. Assim, o pensamento grupal é uma forma de o grupo proteger
sua imagem positiva. O pensamento de grupo pode fazer com que grupos tomem
decisões precipitadas e irracionais, onde dúvidas individuais são postas de
lado, por medo de perturbar o equilíbrio coletivo.
A mudança de posição
grupal indica a situação em que, ao discutir um conjunto de alternativas e
escolher uma solução, os membros do grupo tendem a exagerar suas posições
iniciais. Algumas vezes, o cuidado excessivo domina, e há uma mudança para o
conservadorismo. Ao compararmos as decisões do grupo com as decisões
individuais de seus membros, as evidências sugerem que há diferenças. Em alguns
casos, as decisões dos grupos são mais conservadoras do que as individuais. A
mudança de posição grupal pode ser vista, na verdade, como um caso especial de
pensamento grupal. A decisão do grupo reflete a norma dominante que se
desenvolve durante a discussão. A mudança irá para uma postura mais cautelosa
ou mais arriscada dependendo da norma dominante na discussão.
No seguinte vídeo, Thiago
Martins Avila explica por que o pensamento grupal é importante:
Já no link abaixo podemos
ver no artigo “Brainstorming e Pensamento de Grupo: como evitar a unanimidade
burra”, de Jairo Siqueira, que o pensamento grupal pode ser um grande inimigo
das sessões de brainstorming.
Fontes:
ROBBINS, STEPHEN P.
Comportamento organizacional. 11. Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
Bruna, as suas postagens estão excelentes, todas de acordo com o tema proposto. Continue assim.
ResponderExcluirGustavo Santos, Monitor da Disciplina de Comportamento Organizacional.
boa matérias mim ajudo muito ,obrigado por está disponível
ResponderExcluirnesse contexto pensamento grupal é bom ou é ruim ??
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